O POVO QUER SABER:
Sabendo que boa parte dos bairros de Mongaguá (70% do Jd. Praia Grande, 100% dos bairros Santa Eugenia, Itaoca, Jussara e 50% de Agenor de Campos) não são atendidos pelo serviço de banda Larga oferecido pela empresa Telefônica Brasil S.A., cuja explicação da empresa é de inviabilidade técnica e que por sua vez não investe na modernização dos equipamentos e fiações, deixando centenas de moradores alheios a rede mundial de computadores (internet), permitindo apenas aos usuários a uma péssima conexão discada ou ainda a mercês de 02 empresas que oferecem o serviço de conexão via rádio no Munícipio, pagando valores abusivo em suas mensalidades, sendo obrigadas ainda a adquirirem equipamentos com preços altos para terem um acesso mais rápido que a oferecida pela Telefônica, acesso esse que é de péssima qualidade, pois apresenta oscilação e cai a toda hora. Outro ponto importante é que somente uma das empresas prestadora é cadastrada oficialmente junto a Anatel, o que deixa aos seus clientes numa saia justa, pois a qualquer momento os técnicos da Anatel podem aparecer no Município de lacrar a empresa Clandestina, ocasionando prejuízos aos cidadãos de bens que procura tão somente acessar a grande rede.
Infelizmente nossa cidade conta com um PODER LEGISLATIVO INCOMPETENTE E OMISSO, em sua maioria, vereadores eleitos pelo voto do povo para lutar por seus direitos junto ao PODER EXECUTIVO, tão somente lutam por interesses próprios e esquecem quem de fato devem defender. De nada adianta 02 ou 03 vereadores apenas, para tratarem dos interesses da população.
Pois bem amigos, visto a essa dificuldade da população, o Governo Federal incumbiu A Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (SECIS2) e o Ministério da Ciência e Tecnologia, da elaboração e execução de um projeto denominado CIDADE DIGITAL.
Internet de alta velocidade interliga órgãos públicos e tele centros, democratizando o acesso à tecnologia da informação.
O projeto do Ministério das Comunicações, que disponibiliza acesso à internet em banda larga interligando tele centros comunitários, escolas e outros órgãos públicos, serão ampliados para todos os estados brasileiros. A experiência com Cidades Digitais já testou diferentes tecnologias de conexão à internet banda larga sem fio em diversos municípios do país, como Piraí (RJ), Tauá (CE), Garanhuns e Caetés (PE) e Belo Horizonte (MG). A equipe técnica do ministério trabalhou para realizar uma audiência pública que permitirá a licitação de mais 160 cidades digitais. E dentre estas Cidade está a Cidade de MONGAGUÁ.
Mas
para conhecermos mais sobre esse projeto andei pesquisando e descrevo abaixo um
resumo do que seja uma CIDADE DIGITAL e seu objetivo:
CONCEITO:
“Pode ser entendida aquela que oferta à sua população informações e serviços públicos e privados em ambiente virtual apresentando em toda a sua extensão, infraestrutura de telecomunicações e Internet, tanto para acesso individual quanto público”. Um conjunto de fatores como a oferta de serviços em ambiente virtual integrado, uma infraestrutura de rede, de acesso e de transmissão, concebida para facilitar o cotidiano das pessoas e conduzi-las a novos patamares sociais e econômicos que determinam o grau de urbanização digital em que a cidade se encontra. Tais fatores constituem a espinha dorsal dos programas de inclusão e uma visão sobre esse quadro auxilia a elaboração de políticas nas diversas esferas de governos.
OBJETIVO:
O acesso à tecnologia está estreitamente vinculado à inclusão social e ao incentivo da
Pesquisa em ciência e tecnologia. Isto porque o governo está preocupado com a real necessidade em ofertar os meios e instrumentos que efetivamente criem as condições necessárias e suficientes para a geração de emprego e renda, objeto último dos esforços governamentais nos programas de inclusão social, atuando também como indutor de políticas públicas para a ampliação da pesquisa e da aproximação entre os Institutos de Ciência e Tecnologia, empresas e comunidades.
A promoção da inclusão digital1, responsabilidade da Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (SECIS2) do Ministério da Ciência e Tecnologia, objetiva a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social – SECIS ampliação do acesso à tecnologia, difusão do conhecimento em informática, difusão e popularização da ciência e da tecnologia através da oferta de instrumentos, meios e facilidades indutoras do desenvolvimento social.
1 A inclusão digital pode ser entendida como a universalização do acesso ao computador conectado à Internet, bem como, ao domínio da linguagem básica para manuseá-lo com autonomia, possibilitada através do acesso a instrumentos e facilidades estendidas à população carente, para participarem efetivamente do processo de inclusão social.
2
A Secretaria de Ciência e Tecnologia para a Inclusão Social tem como missão
promover a inclusão social, por meio de ações que melhorem a qualidade de vida,
estimulem a geração de emprego e renda e promovam o desenvolvimento
sustentável, através da difusão do conhecimento.
O Plano de Ação 2007-2010 do MCT definiu a Ciência, Tecnologia e Inovação para o Desenvolvimento Social como Eixo IV, caracterizando-se como uma das vertentes mais importantes das atuais políticas do Governo, representando a promoção, a popularização e o aperfeiçoamento do ensino de ciências nas escolas, bem como a produção e a difusão de tecnologias e inovações para a inclusão social. O MCT, por meio da SECIS, apoia projetos de Inclusão Social e Digital em duas vertentes:
1. Centros de Acesso a Tecnologias para a Inclusão Social (CATIS) e
2.
Infraestrutura de conexão em banda larga3 para Convergência Social e Cidade Digital.”
Bem
amigos, agora que já expus um pouco do projeto CIDADE DIGITAL, venho informar a
todos que Mongaguá já recebeu repasses de verbas do MCT para o planejamento e
implantação do projeto conforme texto abaixo:
Repasse
de verbas:
Extraído de: Prefeitura de Mongaguá - 14 de Dezembro de 2010.
Mongaguá recebe quase R$ 2 milhões de repasse
Recurso é de projetos como a Cidade Digital;
segundo o prefeito, verba é resultado do trabalho de planejamento da Administração.
Agora, Mongaguá conta com mais R$ 1.840.050,00 para
a realização de projetos, com uma contrapartida municipal de R$ 50.622,14, num
total de R$ 1.890.672,14. A verba é uma fatia dos R$ 35,9 milhões do OGU
(Orçamento Geral da União) que serão destinados aos nove municípios da Baixada
Santista, a partir de contratos firmados com a Caixa Econômica Federal, procedentes
dos Ministérios da Cidade, Turismo, Esporte e do FNAS (Fundo Nacional de
Assistência Social). As cidades somam R$ 3,9 milhões de contrapartida,
totalizando R$ 39,8 milhões investidos na região.
A
Cidade conseguiu verba para colocar em prática os projetos Cidade Digital (R$ 1
milhão), infraestrutura com o Ação e Apoio à Política
Nacional de Desenvolvimento Urbano (R$ 443.650,00), Assistência Técnica (R$
196.400,00) e o Fomento do Projeto de Redução de Acidentes de Trânsito (R$ 200
mil).
Os recursos foram encaminhados por deputados da
Baixada Santista, como Márcio França e Beto Mansur, através de projetos
encaminhados pelos municípios e, apesar de não ter nenhum representante no
Legislativo estadual e federal, Mongaguá conseguiu mais recursos do que cidades
como Bertioga, Itanhaém e Peruíbe. Além disso, o Município é o que teve que dar
a menor contrapartida.
Planejamento -
Para o prefeito, o recurso é resultado do trabalho de planejamento da atual
Administração. "É uma somatória de ações. Fizemos todo o detalhamento
indicado por nosso planejamento como necessário para o nosso Município e, com
muita articulação política, conseguimos recursos para viabilizar projetos que,
se dependessem somente de verba municipal, não sairiam do papel. Os R$ 1 milhão
da Cidade Digital, por exemplo, seriam gastos em ações da saúde e educação. A
destinação dos deputados é fundamental para o desenvolvimento social da
Cidade".
fonte:
http://pref-mongagua.jusbrasil.com.br/politica/6382364/mongagua-recebe-quase-2-milhoes-de-repasse
http://pref-mongagua.jusbrasil.com.br/politica/6382364/mongagua-recebe-quase-2-milhoes-de-repasse
O OGU (Orçamento Geral da União)
destinará R$ 35,9 milhões aos nove municípios da Baixada Santista. Somando a
fatia destinada à nossa cidade com a contrapartida municipal, Mongaguá conta
agora com exatos R$ 1.890.672,14 para a realização de projetos.
Com
a verba, será possível colocar em prática a Cidade Digital (R$ 1 milhão), Infraestrutura
– com o Ação e Apoio à Política Nacional de Desenvolvimento Urbano (R$
443.650,00), Assistência Técnica (R$ 196.400,00) e o fomento do projeto de
Redução de Acidentes de Trânsito (R$ 200 mil).
A verba é resultado da nossa política que prioriza
o planejamento. Os R$ 24 milhões do PAC2 também é fruto do nosso modelo de
gestão.
Sr PREFEITO, sendo esta: “A verba é resultado da nossa política que prioriza o planejamento. Os R$ 24 milhões do PAC2 também é fruto do nosso modelo de gestão.”, palavras ditas pelo Senhor, quero lhe fazer 04 perguntinhas que não estão me encucando:
1. A ONDE É QUE ESTA VERBA FOI EMPREGADA?
2. CADÊ NOSSO ACESSO GRATUITO A REDE MUNDIAL DE
COMPUTADORES?
3. SERÁ QUE ATÉ O FINAL DE VOSSO MANDATO TAMBÉM ESTARÁ IMPLANTADA EM NOSSO
MUNÍCIPIO?
4. SENHORES
VEREADORES DA BASE DO PREFEITO, O QUE É QUE OS SENHORES ESTÃO FAZENDO AI NA
CÂMERA QUE NÃO FISCALIZAM ESSE PROJETO?
Cabe ressaltar que, cidades vizinhas já colocaram o projeto em funcionamento desde 29/06/2010.
Não
mencionei os outros projetos, pois quero divulga-los um por um.



E de pessoas assim que precisamos, e voce esta mais que certo... CADE TUDO ISSO PREFEITO.
ResponderExcluirCONTINUI ASSIM ESTOU COM VOCE.
ESTOU DE ACORDO COM VC.PEGO MINHA CADEIRA DE RODAS E FICO PARADA EM FRENTE A PEFEIT5RA ESPERANDO UMA RESPOSTA OU UMA POSIÇÃO DO PREFEITO
ResponderExcluir2013 o que mudou?
ResponderExcluirOlá Inês, tendo em vista que o atual prefeito assumiu definitivamente a administração em junho devido o término do processo que tramitava no TSE, ou seja está a 4 meses de fato na administração, ainda estou aguardando para ver o que ele vai fazer a respeito. Não estou omisso, apenas estou esperando as soluções dos problemas mais graves, como o da Saúde e urbana, para questionar o que esta ou estará sendo feito a respeito.. assim q tiver novidades postarei aqui. E vamos ficar de olho..
ResponderExcluirHoje em 2014, não vejo evoluções quanto ao acesso a internet de banda larga. Realmente lamentável.
ResponderExcluirHoje em 2015 / 2016 não vejo evoluções ainda sim. Se alguém viu me avise. kkkkk..
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