sábado, 2 de abril de 2016

BRASIL - UM PAÍS COMANDADO POR DITADORES PROTEGIDOS PELO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA OMISSO.

Não entendo por que em um sistema Democrático, temos 02 pesos e 02 medidas adotados pelo Governo Federal quando o assunto é de seu interesse, a onde está a democracia então?

1º - O DEP FEDERAL MAJ OLIMPIO, É expulso de uma solenidade dentro do Palácio do Planalto, sede do Governo Federal, por ser contra a uma nomeação vergonhosa, onde um cidadão investigado por um juiz Federal de 1ª instância, com fortes indícios de ser o chefe de um esquema de internacional de corrupção, prestes a ser preso, é agraciado por sua parceira então Presidente da Republica, com um cargo de Ministro, dado a ele foro privilegiado, o que o impede de ser investigado pelo juiz primário, fazendo com que suas ações sejam investigados pela suprema corte parcialmente comprometida com aqueles que os nomearam o então indicado ao cargo do Ministro da Casa Civil, o ex-presidente Luiz Inácio de Lula e Silva e a própria Presidente da Republica Dilma Rousseff.

Texto extraído de:

Deputado protesta no Planalto e é expulso da cerimônia de posse de Lula

17/03/2016 11h08
Brasília
Pedro Peduzzi - Repórter da Agência Brasil
O deputado Major Olímpio (SD-SP) foi expulso da cerimônia no Palácio do Planalto após gritar por várias vezes “vergonha”, durante a posse do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no cargo de ministro-chefe da Casa Civil. Em resposta, diversos presentes o chamaram de golpista, enquanto os seguranças o retiraram do local. O incidente ocorreu logo no início do discurso da presidenta Dilma Rousseff.
Aos gritos de “Não vai ter golpe”, “Lula guerreiro do povo brasileiro” e de “Dilma Guerreira, mulher brasileira”, Dilma e Lula foram recebidos pela plateia, no Salão Nobre do Palácio do Planalto. A assinatura do termo de posse foi feita às 10h40.
A cerimônia ocorre em meio a tensões na parte externa do Palácio, entre manifestantes a favor e contrários ao governo federal e à posse de Lula no cargo.
Após a divulgação de gravações de conversas entre Lula e a presidenta Dilma Rousseff na noite de ontem (16), cerca de 5,5 mil pessoas, segundo a Polícia Militar, fizeram uma manifestação contrária ao governo por cerca de quatro horas em frente ao Palácio do Planalto e, depois, no gramado do Congresso Nacional.
Responsável pelos processos da Operação Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro, divulgou ontem (16) à tarde o teor desta e de outras conversas do ex-presidente que, segundo a Justiça do Paraná, teve suas ligações telefônicas interceptadas pela Polícia Federal. Nessas interceptações, a presidenta disse a Lula que enviaria a ele o termo de posse, para ser usado “em caso de necessidade”.
O Palácio do Planalto negou que a assinatura do termo de posse do ex-presidente Lula como ministro-chefe da Casa Civil tenha sido antecipada para garantir a ele foro privilegiado de modo imediato, e que o caso de necessidade se referia ao caso de o ex-presidente não poder comparecer na posse.
Também tomam posse o ministro da Justiça, Eugênio Aragão, o chefe de gabinete pessoal da Presidência, Jaques Wagner, e o secretário de Aviação Civil, Mário Lopes.
Edição: Lílian Beraldo







2º - Em contra partida, em uma solenidade dentro do Palácio do Planalto diante da Presidente da Republica e autoridades, lideres apoiadores do governo, são aplaudidos pela presidente ao incitar a violência e invasões, quando deveriam ser presos imediatamente.

Exto extraído de:

Publicado: 1 abril 2016

APOIANDO DILMA, MST AMEAÇA INVADIR PROPRIEDADE DE QUEM FOR CONTRA PRESIDENTE

Juiz Sérgio Moro também foi alvo de críticas em evento que contou com presença de Dilma.

Movimento dos Sem Terra e Dilma
 - Foto/Montagem
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Nesta sexta-feira, 1º de abril, a presidente da república Dilma Rousseff decidiu se reunir com representantes de entidades ditas pela luta social e pela reforma agrária. Uma delas, o Movimento dos Sem Terra (MST) estava presente. O evento aconteceu dentro do Palácio do Planalto, em Brasília, estando repleto de "camponeses". Nos discursos, o trabalho da polícia federal e do juiz Sérgio Moro foi criticado. Além disso, houve a ameaça de se invadir as propriedades de quem está apoiando o processo de impeachment da presidente. A fala, é claro, foi direcionada aos deputados, muitos deles, grandes latifundiários. 
A ameaça foi feita também se caso os projetos para regularizar assentamentos não avance no Congresso. Após as falas exaltadas, a presidente, que em eventos anteriores chegou a usar o boné do MST, assinou atos autorizando que áreas rurais sem regularizadas para o uso da reforma agrária. Essas áreas também poderia ser usadas para descendentes de escravos, através das comunidades quilombolas. No discurso das organizações sociais, os mais lembrados foram justamente os deputados ruralistas. 

Aristides Santos, secretário de finanças na Contag, disse que a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura vai ocupar as propriedades desses deputados no ambiente rural, mas também o gabinete desses parlamentares. Aristides disse que se os deputados incomodam o Supremo Tribunal Federal, eles também poderiam ser incomodados pelo "povo". " Vai ter reforma agrária, vai ter luta e não vai ter golpe", disse ele em tom incisivo, sendo acompanhado de outras centenas de camponeses, felizes por terem a autorização de Dilma para o uso de algumas terras.



 







Onde esta a moral desse governo?

Um representante eleito pelo povo não pode expressar sua opinião porque vai contra as ações da presidente?

Cadê a liberdade de expressão?

A final a liberdade de expressão é garantida na Constituição brasileira de 1988
·         Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
·         V - o pluralismo político.
·         Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vidaliberdadeigualdadesegurança e a propriedade, nos termos seguintes:
·         IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
·         VIII - ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política, salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa, fixada em lei;
·         IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença
·         Art. 220 A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a informação, sob qualquer forma, processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.
·         § 2º - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

Vivemos então numa ditadura, imposta por um governo corrupto protegido pela suprema corte federal omissa?

http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/em-2016-pt-tera-indicado-10-dos-11-ministros-do-stf

Em 2016, PT terá indicado dez dos onze ministros do STF

Gilmar Mendes será o único integrante da corte a não ter sido nomeado por um presidente petista; Celso de Mello e Marco Aurélio Mello deixarão o STF

Por: Gabriel Castro, de Brasília  - Atualizado em 27/10/2014 às 16:53


Os ministros do Supremo Tribunal Federal(ABR/VEJA)
No momento em que as investigações sobre o petrolão avançam e mais autoridades com foro privilegiado são mencionadas pelos delatores do caso, a reeleição da presidente Dilma Rousseff permitirá a ela indicar mais cinco nomes para integrar o Supremo Tribunal Federal (STF). A partir de 2016, o único integrante do STF não indicado por um presidente petista será Gilmar Mendes. Se permanecer no cargo até a aposentadoria compulsória, ele deixará a corte em 2025.
Hoje, há uma vaga aberta no tribunal: Dilma ainda não escolheu o sucessor de Joaquim Barbosa, que se aposentou em julho. Outros dois lugares surgirão na primeira metade do próximo mandato da presidente. Em novembro de 2015, Celso de Mello completará 70 anos e deixará a corte por causa do limite de idade. Decano do STF, ele foi indicado em 1989 pelo presidente José Sarney. Em julho de 2016, quem terá de se aposentar é Marco Aurélio Mello, nomeado por Fernando Collor em 1990.

Com exceção de Gilmar Mendes, dos outros dez ministros, três foram escolhidos por Lula: Ricardo Lewandowski, Cármen Lucia e José Dias Toffoli. Sete estarão na conta de Dilma: Luiz Fux, Rosa Weber, Teori Zavascki, Luís Roberto Barroso e os três nomes que ela ainda vai escolher. Dilma ainda poderá substituir outros três ministros em 2018: Lewandowski, Rosa Weber e Zavascki. Eles terão de se aposentar no último ano de mandato da presidente.

Então, o que podemos esperar disso tudo, existe alguma possibilidade de se fazer valer a imparcialidade na justiça brasileira?

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