terça-feira, 15 de março de 2016

BRASIL, UM PAÍS GOVERNADO POR MERCENÁRIOS.




Olá amigos, faz tempo que não faço postagem no blog, tal fato se deu por uma razão apenas, uso meu blog com intuito apenas de expressar minhas opiniões sobre diversos assuntos, só que o nosso país vive a pior crise desde que eu me entenda por gente.
Sendo assim não posso simplesmente vir falar qualquer assunto sem que eu vá investigar e assim entender o que acontece. Não posso simplesmente julgar A ou B sem conhecer os fatos, por isso fiz uma pesquisa e aprendi muito durante esses estudos.

Diante de diversas manifestações populares que ocorrem em desde 2014, e que mesmo com os apelos de milhões de brasileiros, o atual governo acabou sendo reeleito, porém a cada dia, esse governo tem sido citado em diversos escândalo de corrupção passiva, defesa de seus ministros envolvidos até o pescoço e julgados e condenados pelo STJ devido ao for privilegiado, uma vez que os réus eram políticos eleito aos cargos de senadores e deputados federais. 

E vendo que a cada dia o descontentamento da sociedade ganha mais adeptos em nosso país, manifestações essas que visa a renuncia ou o impeachment do atual governo, busquei informações, dados, etc, etc. Já assinei alguns abaixo assinados, mas já vi que nada vai acontecer, e que tudo vai acabar em pizza e a sociedade será lesada a cada dia que passa.

Também sei que só com novas eleições, e tendo esses políticos ficha suja os eleitores poderiam mudar o destino de nosso país, mas também sou sabedor que infelizmente muitos dos eleitores são passivos a corrupção, e acaba elegendo sempre os mesmo, sendo assim, vou expor um pouco do que pesquisei. 


 

 



























Poderia ficar aqui escrevendo por horas e horas, explicando o que acontece no Governo de nosso país desde os anos 60, quando nosso país viveu uma das piores crises e o sistema faliu, teve a renuncia do presidente Jânio Quadros e Conservadores pressionam para que o vice, João Goulart (Jango), não assumisse, pois ele era visto como um político de esquerda.
Jânio da Silva Quadros foi um político e o 22º presidente do Brasil, entre 31 de janeiro de 1961 e 25 de agosto de 1961 — data em que renunciou.


Mas militares legalistas defenderam a posse do vice, com ressalvas, pois, deveria ser adotar um novo sistema de governo o Parlamentarismo, que diminuiria o poder de Jango, e então e realizado um plebiscito para que a população decidisse se o parlamentarismo é mesmo aceito como o novo sistema de governo ou se o país retorna ao presidencialismo.

João Belchior Marques Goulart, conhecido popularmente como "Jango", foi um advogado e político brasileiro, 24° presidente do país, de 1961 a 1964.
Por ampla margem, o eleitorado decide pelo retorno do regime presidencialista e Jango recupera plenos poderes.
Mesmo fortalecido, Jango não tem apoio parlamentar para aprovar as "Reformas de Base", seu principal projeto de governo, que incluía, entre outros pontos, a nacionalização de empresas estrangeiras e a reforma agrária. Sem força, ele se alia à esquerda nacionalista. Em 13 de março, num grande comício na estação Central do Brasil, no Rio, Jango pede ao povo apoio às reformas.

Menos de uma semana após o comício de Jango no Rio, que reuniu cerca de 300 mil pessoas, os conservadores organizam uma passeata popular em resposta às alianças de Jango e seus projetos supostamente "comunistas". No dia 19 de março, aproximadamente 500 mil pessoas participam em São Paulo da "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", exigindo o fim do governo João Goulart.


Com essa pequena explicação sobre a transição do Governo em 64 começo a expor o que estou entendendo de tudo o que esta acontecendo na atualidade. Olha, não sou nenhum cientista político, não sou formado em economia, muito menos sou pago para defender nenhuma ideologia, mas diante dos últimos acontecimentos, vejo que o passado se torna-se presente no centro de São Paulo, pois, há mais de 52 anos, foi palco de uma das maiores concentrações de populares protestando contra o governo vigente. Era a Marcha da Família com Deus pela Liberdade pedindo a saída de João Goulart da presidência e a extinção de tudo que pudesse ser classificado como uma "ameaça comunista".
O primeiro evento, em 19 de março, reuniu 500 mil pessoas na Praça da Sé. A adesão em massa foi o aval da sociedade civil aos militares que arquitetavam o golpe, abrindo caminho para o emblemático 31 de março daquele ano.
Esta semana faltando 06 dias para se completar 52 anos da Marcha da Família, a Avenida Paulista recebeu cerca de 1,4 milhões de populares pedindo o impeachment da Presidente Dilma Rousseff reeleita com 51,6% dos votos válidos em 28 Out 2014.

O processo de impeachment contra Dilma Rousseff consiste em uma questão processual aberta com vistas ao impedimento da continuidade do mandato de Dilma Rousseff como Presidente da República do Brasil.

O processo iniciou-se com a aceitação, em 2 de dezembro de 2015, pelo Presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, de denúncia por crime de responsabilidade oferecida pelo procurador de justiça aposentado Hélio Bicudo e pelos advogados Miguel Reale Júnior e Janaina Paschoal.

As acusações versam sobre desrespeito à lei orçamentária e à lei de improbidade administrativa por parte da presidente, além de lançarem suspeitas de envolvimento da mesma em atos de corrupção na Petrobras, que têm sido objeto de investigação pela Polícia Federal, no âmbito da Operação Lava Jato.



Dilma Rousseff
Presidente do Brasil
Dilma Vana Rousseff é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores e atual presidente da República Federativa do Brasil
As manifestações também pede, a saída dos Presidentes do Senado Renan Calheiros A acusação mais grave contra Renan Calheiros remonta àqueles tempos que antecederam à sua renúncia. Trata-se do inquérito criminal 2593, em andamento no Supremo Tribunal Federal. A Procuradoria-Geral da República o acusa de ter cometido três crimes: peculato (desvio de dinheiro público ou bem público por funcionário público), falsidade ideológica e uso de documento falso.
    Renan Calheiros
    Ex-Senador da República Federativa do Brasil
    José Renan Vasconcelos Calheiros é um político brasileiro, atual presidente do Senado Federal do Brasil.

De acordo com o Ministério Público, ele apresentou documentos falsos para forjar uma renda com venda de gado em Alagoas e assim justificar seus gastos pessoais.
Renan também é acusado, na denúncia apresentada pelo então procurador-geral da República, Roberto Gurgel, de ter desviado R$ 44,8 mil do Senado, por meio da chamada verba indenizatória, benefício ao qual os parlamentares têm direito para cobrir despesas associadas ao mandato. A punição para esses três crimes varia de cinco a 23 anos de prisão, além de pagamento de multa.
Em nota divulgada à época, Renan afirmou que o caso será julgado com “imparcialidade” pelo STF, apesar da “suspeição” da denúncia e de sua “natureza nitidamente política”, uma vez que foi apresentada na semana anterior à sua eleição para a presidência do Senado.
Quanto ao presidente da Câmara Federal Eduardo Cunha, pesam as Acusado de mentir na CPI da Petrobras, na qual Cunha depôs voluntariamente seis dias após seu nome aparecer entre os investigados da Lava Jato, o peemedebista responde por quebra de decoro parlamentar no Conselho de Ética da Câmara. Com base na denúncia da PGR e na descoberta das contas secretas na Suíça, o Psol e a Rede entraram com representação pedindo a cassação do mandato de Cunha.
Eduardo Cunha
Presidente da Câmara dos Deputados do Brasil
Eduardo Cosentino da Cunha é um economista, radialista e político brasileiro.

Vejam senhores, na primeira grande manifestação nos solos brasileiros, 500mil pessoas, foram suficientes para que as Forças Armadas assumissem o comando do Brasil para coloca-os nos trilhos do progresso e do desenvolvimento e 21 anos após assumir o Governo Brasileiro, os militares entregaram o Governo aos civis.

Diretas Já!




No ano de 1979, o regime militar tomou medidas que permitiram o retorno das liberdades democráticas no país. O sistema bipartidário foi substituído por uma reforma política que abriu espaço para a formação de novos partidos dentro do país. Dessa forma, as novas siglas que ao mesmo tempo representavam maior direito de expressão política, também marcavam um atípico processo de fragmentação político-partidária.
Chegado o ano de 1982, estes partidos disputaram eleições para os governos estaduais e demais cargos legislativos. Mediante esse novo quadro, membros de oposição da Câmara dos Deputados tentaram articular uma lei que instituísse o voto direto na escolha do sucessor do presidente João Batista Figueiredo. Em 1983, essa movimentação tomou a forma de um projeto de lei elaborado pelo deputado peemedebista Dante de Oliveira.
A divulgação da chamada “Emenda Dante de Oliveira” repercutiu entre vários grupos mais politizados das capitais e grandes cidades do país. Em um curto espaço de tempo, membros do PMDB, PT e PDT passaram a organizar grandes comícios onde a população se colocava em favor da escolha direta para o cargo de presidente. Com a repercussão tomada nos meios de comunicação, essas manifestações se transformaram no movimento das “Diretas Já!”.
Reconhecida como uma das maiores manifestações populares já ocorridas no país, as “Diretas Já!” foram marcadas por enormes comícios onde figuras perseguidas pela ditadura militar, membros da classe artística, intelectuais e representantes de outros movimentos militavam pela aprovação do projeto de lei. Em janeiro de 1984, cerca de 300.000 pessoas se reuniram na Praça da Sé, em São Paulo. Três meses depois, um milhão de cidadãos tomou o Rio de Janeiro. Algumas semanas depois, cerca de 1,7 milhões de pessoas se mobilizaram em São Paulo.

Mesmo realizando uma enorme pressão para que as eleições diretas fossem oficializadas, os deputados federais da época não se sensibilizaram mediante os enormes apelos. Com isso, por uma diferença de apenas 22 votos e um vertiginoso número de abstenções, o Brasil manteve o sistema indireto para as eleições de 1985. Para dar a tal disputa política uma aparência democrática, o governo permitiu que civis concorressem ao pleito.
Na corrida pela sucessão presidencial, o partido governista, PDS, lançou o nome do paulista Paulo Maluf. Discordando dessa indicação, líderes políticos nordestinos, como Antonio Carlos Magalhães e Marco Maciel não a aceitaram e abandonaram o PDS, fundando o Partido da Frente Liberal (PFL).
Paulo Salim Maluf é um político, engenheiro e empresário brasileiro, filho de pais de origem libanesa.
A oposição lançou o nome de Tancredo Neves, do PMDB. Tancredo era um político oposicionista de tendência moderada, e por conta disso conseguiu o apoio do PFL.
Tancredo de Almeida Neves foi um advogado, empresário e político brasileiro. Natural do sul de Minas Gerais, formou-se em direito pela Faculdade de Direito da Universidade Federal de Minas Gerais. Foi o 31º Presidente eleito em 1985, foi eleito presidente do Brasil pelo voto indireto de um colégio eleitoral por uma larga diferença. No entanto, adoeceu gravemente em 14 de março do mesmo ano, véspera da posse. Em 21 de abril, morreu de infecção generalizada.
Em 15 de janeiro de 1985, foi eleito pelo colégio eleitoral presidente da República. Do ponto de vista institucional, contudo, o país completaria a transição para democracia somente quando o povo pôde votar livremente para presidente, em 1989.

Bem passados 31 anos, cerca de 6,8 milhões de brasileiros foram às ruas de todo o território nacional e exterior para pressionar o governo e os políticos pedindo a saída imediata do Governo, pois, nosso pais sofre novamente nas mãos de políticos inescrupulosos, que só visam o lucro pessoal, destruindo todo o patrimônio nacional, enriquecendo as custas dos cofres públicos e sabem o que é mais irônico, é que o atual governo, esse mesmo, os Lideres do Movimento Nacionalista Revolucionário, os opositores ao Governo militar, os mesmos que travaram entre 1964 e 1985 a luta armada contra o regime.
Pergunto aos senhores,
Onde esta a moral desse governo, que tanto criticou o Regime Militar?
Qual era as verdadeiras intensões deles?
Vocês acham que 6,8 Milhões de brasileiros vão consegui destituí-los do Poder sem a intervenção dos Militares, uma vez que no Senado e no Congresso, 90% dos políticos estão envolvidos com a corrupção e mancomunados com esse Governo?
No meu ver só tem uma saída meus amigos, precisamos que as F.F.A.A intervenham e assumam mais uma vez o Governo de nosso País e durante esse intervenção, feche o Congresso Nacional, realizando uma peneira nos políticos, separando o joio do trigo, proporcionando ao povo brasileiro uma eleição justa, onde elejamos políticos realmente interessados na Ordem e no Progresso de nosso Pais.
E Sabem porque da intervenção?
Nos últimos anos, o atual governo introduziu na sociedade milhares de guerrilheiros em movimentos dos sem terras, como refugiados de guerras oriundos de outros países, guerrilheiros envolvidos com o narcotráfico e milhares de defensores que gozam de privilégios pessoais e incentivos dados pelo governo.
Nossa população perdeu o direito de se defender fazendo uso de armas, devido a um estatuto do desarmamento, imposto pelo Governo, donde desarmou os cidadãos de bem deixando só os bandidos armados.
E vocês acham que tudo isso foi feito visando diminuir a violência?
Lamento informar, mas infelizmente NÃO.
Imaginem vocês, que não se preocupam em conhecer a trajetória política de quem esta no poder. Os lideres do Movimento Nacionalista Revolucionário, foram responsáveis pelo terrorismo imposto no Brasil durante o regime militar, a atual Presidente bem como alguns de seus ministros, fizeram parte da guerrilha, onde mataram, roubaram, saquearam, sequestraram. Leiam http://www.averdadesufocada.com/index.php/contra-revoluo-de-1964-notcias-106 e assistam o vídeo abaixo,



Foram presos, condenados, exilados e no final dos anos 80, receberam o perdão através a lei da anistia é a denominação popular dada à lei n° 6.683, promulgada pelo presidente João Batista Figueiredo em 28 de agosto de 1979, após uma ampla mobilização social, ainda durante o regime militar de 1964.
João Baptista de Oliveira Figueiredo foi um geógrafo, político e militar brasileiro. Foi o 30º Presidente do Brasil, de 1979 a 1985, e o último presidente do período do regime militar.



Em sua redação original dada pelo Projeto de Lei n° 14 de 1979-CN, dizia-se o seguinte:

Art. 1º É concedida anistia a todos quantos, no período compreendido entre 02 de setembro de 1961 e 15 de agosto de 1979, cometeram crimes políticos ou conexo com estes, crimes eleitorais, aos que tiveram seus direitos políticos suspensos e aos servidores da Administração Direta e Indireta, de fundações vinculadas ao poder público, aos Servidores dos Poderes Legislativo e Judiciário, aos Militares e aos dirigentes e representantes sindicais, punidos com fundamento em Atos Institucionais e Complementares e outros diplomas legais.


 Sendo assim meus amigos, na minha humilde opinião, só existe uma forma desse governo cair. Não adianta o impeachment da atual Presidente, pois, se ela sair o vice Presidente assumirá e nada vai mudar. Não estou aqui defendendo um Partido politico, pois todos os partidos existentes estão contaminados.

 É preciso fazer uma limpa e para isso, somente com a Intervenção Militar poderemos ter esperanças novamente e nos ver livres desses políticos mal intencionados.

Nosso Brasil estará seguro e novas eleições farão com que nosso País volte a ser administrado por novos políticos que prezam nossa sociedade e com isso volte a prosperar, fazendo com que a inversão de valores imposta por esses ditadores seja restabelecidas.


Sou a favor da Intervenção Militar.


Brasil acima de tudo.


Um comentário:

  1. olha com o são ardilosos essa turma, Como o seu lider Luiz Inacio Lula da Silva, esta sendo alvo de investigações pelo MPF e o cerco esta se fechando, sua prisão esta perto de ser decretada, a Presidente Dilma, com o intuito de brinda-lo contra ações criminais realizada por diversos fórum, esta nomeando - o a um cargo de Ministro, o que lhe daria Foro privilegiado, impedindo que o mesmo seja só possa ser investigado pelo STJ. e ai, você acham que eles vão sair do governo assim na boa?

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